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Este grifinório, que já aprontou e muito no castelo é dono de um grande humor, James não costuma perder a oportunidade de sorrir. Acha graça em tudo e em todos, chegando a ser inconveniente às vezes. Boêmio, amante das festas, das boas bebidas e das curvas sinuosas do feminino, o jovem sabe, como diriam os rapazes, aproveitar sua juventude. Festa é sinônimo de James Potter. Justiça, coragem, atitude, sinceridade, bondade, determinação são qualidades facilmente encontradas em Potter. Seu maior defeito talvez, é o fato de se achar o maioral, o bonzão, considera-se o centro de tudo. Mas com a maior idade, mudou muito sua forma de pensar, é muito mais maduro do que há um ano.
Junto ao mencionado acima, Sirius Black é campeão em quebrar as regras do castelo. Extremamente maroto, Black é fiel tal um cão - coincidência? ;D - brincalhão, às vezes meio alienado. Gosta de ser sempre o palhaço da turma, popular e extrovertido. Além de muito paranóico, mas só às vezes. Não se agüenta por um rabo de saia, ao ver um, logo já está em polvorosa. Com um charme quase que irresistível, Sirius também acaba levando a grande maioria dos "rabos de saiai" ao delirio apenas com seu típico sorriso maroto, fato que, às vezes, acaba deixando o ego deste grifinório nas alturas.
Ao contrário de James e Sirius, Remus não é o estilo "corre atrás de todo rabo de saia" o que acaba prejudicando um pouco sua imagem. É um garoto timido tanto pra amizade e principalmente para garotas, é bem quieto também e mesmo quebrando algumas regras junto com os amigos está sempre perto para tira-los das frias com seu cargo de monitor. Digamos que bem diferente dos dois amigos, Remus faz o estilo romantico com direito a serenatas, poemas e cartas anônimas isso também mostra seu medo de ser rejeitado. É um garoto muito brincalhão e sociavel, gosta de se dar bem com todo mundo mas tem seus inimigos. Quando se trata de paixões, bem só seus amigos sabem o que se passa pela cabeça do lobo.
Peter é, provavelmente, o mais peculiar dentre os quatro. Diferente dos seus amigos, ele não é popular, não é um aluno exemplar e nem de longe leva jeito com garotas. Não é difícil achar algumas pessoas perguntando o que, então, é que ele está fazendo dentro dos Marotos ou qual sua importância para o grupo, mas ele pode ser muito útil para "pequenos" trabalhos ou atividades onde é necessário ser discreto e silencioso... como um rato. Mesmo não sendo tão extrovertido ou confiante, não perde a oportunidade de acompanhar as brincadeiras e armações dos seus amigos. É atrapalhado e um pouco fechado, mas tende a ser divertido depois que se solta.
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Histories counted for you…
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| Matteo Giordano |
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Antes de entrar naquela sala, ele fez um sinal da cruz, com a cabeça meio curvada, então pos sua mãos na maçaneta e girou devagar, para não atrair a atenção de possiveis curiosos, olhou no interior da sala, e não viu uma santa alma viva, então, olhou para cima, e agradeceu. "Obrigado meu senhor, por este momento de paz." Respirou fundo, podia sentir o pó e o mofo que haviam naquele lugar, mas de maneira nenhum pensou em reclamar, já havia estado em lugares bem piores que aquele. A sala estava completamente abandonada, ele caminhou por ela, olhando bem suas paredes e interior, parecia ser bem rustica e antiga, e a tempos não havia aula ali. O que seria perfeito para ele naquela ocasião. Caminhou até o fundo da sala, recostou em cadeira na parede junto a uma mesa, sentou-se e abriu seu livro em cima da tal mesa.
" Ninguém é bastante ousado para provocá-lo; Quem resistiria face a face?"
Ele lia em Jô; 41 - 1, sim aquele garoto estava lendo a Bíblia. O que era tão contra as tradições bruxas, era um de seus hábitos. Antes de ser bruxo, Matteo havia passado sua vida inteira no seminário, ele simplesmente havia passado sua vida ineira daquela forma, e não seria sua origem capaz de mudar tais hábitos. Pois ele ainda estava muito dividido, pois tudo aquilo, lhe parecia uma tentação do diabo, a qual ele venceria forte, pois sua fé estava a cada dia mais forte.
Ele semi fechou o livro por um momento, e ficou perdido em alguns pensamentos, sua partida de Veneza, sua terra natal, onde ele havia vivido sua vida inteira, depois conhecer Dumbledore, e então sua chegada a Hogwarts, os alunos tão diferentes, e aquele uniforme. Tudo parecia-lhe estranho, uma sensação ruim se apoderou dele ao pisar naquele castelo, ele sabia que nunca mais seria o mesmo, mas não podia entender o porque. Ao caminhar pelos corredores, ele via as pessoas, era muito diferentes, ingleses pareciam ser muito frios e distantes, isso o fazia sentir saudade de sua terra. Mas algo particularmente lhe chamava a atenção, quase todos que ele havia cruzado, possuiam corpos esculturais, formas avantajadas, le podia até mesmo sentir um calor percorrer sua espinha, ao lembrar dos seios fartos e coxas torneadas que as garotas dali possuiam. Era sem dúvida uma maravilhosa obra de Deus.
Então algo lhe chamou a atenção, um cheiro, forte e sedutor se aproximava, era o cheiro do pecado, era o cheiro da carne sendo vencida, ele abriu novamente seu livro e voltou-se a concentrar em sua leitura, pois pecado era para fracos, e jamais para um filho de Deus.
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| Viktor Romanov |
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O sétimo ano de Viktor Romanov começara de maneira muito insuportável e monótona. Já tinha feito uma varredura tão grande na Escola, que sobravam poucas moças e rapazes que ainda lhe ofereciam algum prazer. Sem contar no fato de que muitos setimanistas só preocupavam-se com os NIEM's agora, deixando de lado alguns prazeres essencias à Viktor como sexo. Para você ter uma idéia da situação, já fazia um mês que as aulas haviam recomeçado e até então o jovem não tinha encontrado mais nenhum parceiro de cama. Estava furioso e em polvorosa. Os hormônios pareciam dançar um samba de criolo doido em seu corpo. O sangue fervia tal qual lava vulcânica. Não estava mais aguentando aquela situação.
Rolava na cama, o corpo quente, desejando por outro. Não conseguia dormir. Chega. Estava no seu limite. Ia levantar e arranjar alguém para extravasar todo aquele tesão que estava sentindo. Tomou um banho, para diminuir todo aquele calor que estava sentindo. Arrumou-se, perfumou-se, tomou o cuidado de pegar sua varinha e saiu de seu dormitório. Pronto para caçar, os olhos astutos captavam qualquer movimento perto dele. Gente feia, sem classe, sem corpo bonito e mais gente feia. O que estava acontecendo com aquele castelo? Parecia que a feiura resolvera se mudar de vez para Hogwarts.
Foi até o quarto andar, e sequer um pessoa que lhe interessasse passou por ele. A varinha produzia ecos pelos corredores onde apssava, já que ele atritava-a contra a parede, sem nem dar-se conta disso. Seus pensamentos estavam todos voltados somente para o sexo. Queria sexo, e agora. Ninfomaníaco? Já passou disso. Sexo é prioridade na mente de Romanov, prioridade máxima.
Já voltara às masmorras, deixou-se vencer e desistiu. Hoje não teria sexo algum, admitiu. Faltavam menos de dez metros para a grande parede que era a entrada secreta do salão comunal da sonserina. Viu uma porta entreaberta, saia uma vinheta de luz proveniente de uma vela. Ao passar pelo local anets estava tão eufórico para encontrar sua transa, que nem havia percebido-a. Empurrou a porta duma só vez, e entrou com calma no recinto.
A visão que teve foi uma das melhores. Um jovem moreno, de corpo másculo, ombros e peitoral largos, cabelos pretos e grandes, uma barba rala por fazer. Viktor chegou a piscar os olhos, para certificar-se de que não era uma ilusão, olhou as vestes dele, gravata verde listrada de prata, insígnia duma serpente. Sonserino, tal qual ele. Disfarçadamente desceu seu foco de visão, parando um pouco abaixo do umbigo dele. Mesmo coberto pela calça negra do uniforme de Hogwarts, Romanov pôde notar um bom volume.
Já sorria daquele seu jeito sacana, enquanto caminhava em direção ao garoto. Viu um livro grande, grosso, de capa escura e letras miúdas. Nunca havia visto um igual. Deu de ombros, voltando a olhá-lo de forma sacana, mordendo os lábios. Logo, já estava a poucos centímetros do jovem. Estava tão ouriçado que já estava praticamente colado no desconhecido. O garoto estava meio atônito, olhando Romanov de maneira assustada e não era pra menos. Viktor se excitava ainda mais com essa atitude de medo que o outro apresentava. Colou seu corpo ao do outro. ia empurrando vagarosamente e logo estavam prensados na parede.
E eu que pensei que esse colégio não tinha mais nada que prestasse.
Sem dizer mais nada, mordeu de forma sensual e prazeroso o pescoço do garoto. Enquanto a mão direita apertou com gosto o membro do jovem. Não precisara muito para Viktor enrijecê-lo. E logo ele soltava um gemido recatado e baixo. Mas pareceu dar por si, e deu um empurrão que quase derrubou Viktor. Estava acostumado com aquilo, não era todo garoto que deixava-se ser pego de primeira assim. Sorrindo, sentou-se num sofá antigo, mirando-o da forma mais sacana possível.
Opa, opa, opa. Devo ir com mais calma, pelo visto. Viktor Romanov, seu escravo. - e piscou de forma sórdida.
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| Matteo Giordano |
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Tomou um ligeiro susto, quando ouvia a porta abrir-se, arregalou os olhos assustado pensando ser algum funcionário, ou professor que pudesse lhe causar problemas. E problemas era o que ele menos queria naquela nova escola.
Mas logo notou que não passava de um aluno, de sua própria casa, talvez um daqueles alegres que vinhessem lhe apresentar a escola e todas aquelas bobagens de aluno novo, ele olhou sem interesse, fechando sua Bíblia, e pondo seu terço no bolso esquerdo. Quando deu-se por si, ali estava o garoto frente a ele cada evz mais começou a pressioná-lo.
Um expressão de pânico tomou seu rosto, não estava entendendo nada, mas aquele olhar lhe trazia alguma familiariadade. Ele tentou fazer alguma pressão sobre o garoto, o que parecia totalmente inútil, quando deu-se por si estava pressionado na parede, seu corpo suava frio, e ele tinha nos olhos um olhar de fúria, que pra bom entendedor poderia significar, "Me pega com força, seu puto!"
Mesmo estando desfortável com aquela situação, Matteo sentia passar por todo seu corpo, era um incrivel tesão que se apossava dele, entrando em conflito com sua mente que descrevia tudo aquilo como um grande pecado, a maior das luxurias.
Ele ouvia a voz do moreno entrar em seu ouvido, dando um tom sensual, ele sentia-se seduzido, mas não queria demonstrar, então em vão ele tentou tirar o terço de seu bolso pra fazer uma oração em nome daquele pecador.
- Que o senhor ilumine sua alma, meu bom homem.
Ele falava com a voz tremula e vaga, pois sentia um mordida em seu pescoço, ele sentia que não podia mais resistir aquele prazer mesmo assim, manteve-se firme, tentou mais uma vez fazer força pra livrar-se dos braços do moreno, mas não conseguia, não era por falta de força, mas sim por falta de vontade, pois o moreno apertava com gosto seu membro. Ele sentiu então emergir dentro de si uma fera, a muito presa, devido aos vários anos de seminário. Empurrou com força o moreno que parecia estar se divertindo com a situação, este parece se desequilibrar quase caindo, ele sorriu um tanto aliviado, pois conseguira se libertar mas ao menos tempo preocupado, pensando que poderia tê-lo machucado.
Mas o garoto apenas sorriu sacanamente e sentou-se em um sofá próximo a Matteo. Matteo respirou fundo, e lançou ao garoto um olhar de fúria maior do que o anterior. Ouviu a voz do garoto que mais uma vez entrava rasgando seus timpanos de tanto desejo. Mas ele não demonstrava a menor reação.
Ajeitou suas vestes, e respirou fundo, mirando o garoto nos olhos, enquanto passava as mãos em seus cabelos qeu também haviam se despenteado ao ocorrido anterior.
- Ah, é um prazer conhecer meu agressor, ou escravo como você mesmo cita.
Ele falava ficando parado a frente de Viktor, mirando os olhos nele quando percebia por onde o olhar percorria. Pela primeira vez Matteo sentia-se inseguro a ponto de não saber o que fazer, mesmo assim, ele demonstrava-se forte na frente do garoto como se aquilo não houvesse lhe abalado em nada. Andou até o sofá onde Viktor estava sentando, e sentou-se ao seu lado. Estendeu a mão gentilmente com um sorriso "inocente" nos lábios. (Lê-se sorriso sem vergonha mesmo.)
- Acho que começamos mal Viktor. Sou Matteo Giordano, acabo de chegar da Itália.
Esqueceu-se por um momento de sua condição de castidade, e com um ar curioso ele apertou a mão de Viktor, e em seguida aproximou-se meio sem jeito mordendo sua orelha enquanto seus dedos seguiam as curvas do abdomên de Viktor. Foi então que ele se lembrou de quem era, esquivou-se assustado, balançando sua cabeça negativamente.
- Você é o demônio! Você esta aqui para me tentar, eu sei, mas por meu senhor, eu vou resistir.
Ele esquivou-se pegando seu terço e voltando a rezar, parecendo concentrado na reza, mas seus pensamentos eram inteiramente em Viktor, uma luta interna começava dentro dele, sobre Viktor, seria o demônio assim tão lindo, aquele poderia ser um anjo que veio o libertar da solidão, mas anjos não tinham aquele olhar, restava-lhe apenas a opção ver o que viria a seguir. Mas el sentia um certo receio, e se ele fosse embora, então Matteo tomou uma atitude, levantou-se e foi até Viktor novamente, com um jeito nada carinhoso, deu um empurrou para que Viktor deitasse no sofá. Passou-se por cima dele, sem deixar de encará-lo nenhum segundo, afrouxou a gravata do garoto e abriu os botões de sua blusa e começou a morder ferrozmente o abdômem dele. Agora sim ele sentia o gosto de Viktor, que era maravilhoso, seu gosto seu perfume, era como um nêctar, mas algo que viciava. Quanto mais ele sentia aquele gosto mais ele queria sentir, ele levantou-se, e se recompos. Ajeitou seu uniforme, caminhou até sua Bíblia, e com ela debaixo do braço disse em meio um sorriso inocente.
- Foi um realmente um grande prazer conhecê-lo, senhor Romanov.
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| Viktor Romanov |
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Romanov conjurou um cigarro, enquanto mirava devassamente sua presa. Adorava aqueles joguinhos de sedução, principalmente quando ele era o pervertido, e o outro, o pseudo-inocente. O garoto praecia travar em seu interior uma luta de valores. Viktor sentira que ele gostara de suas atitudes, sentiu que ele gostou e muito das mordidas e carícias que o alemão havia feito. Era tudo uma questão de tempo até que ele deixasse o tesão falar mais alto. Ouviu então a voz dele, tinha ouvido-a antes, porém estava tão interessada em mordê-lo, que nem prestara atenção. Mas agora podia ouvir, a voz era bela e sensual como o dono. Identificou um sotaque italiano na voz dele. Questionou-se se o rapaz indentificara o sotaque alemão dele. - Ah, é um prazer conhecer meu agressor, ou escravo como você mesmo cita.Romanov riu do modo mais pervertido possível. Acariciava o abdômen ainda coberto, atiçando o outro. O garoto estava cedendo, mesmo que de modo muito singelo, já estava começando a ceder. Deu mais uma secada nas partes baixas dele, que ainda estava rígida e volumosa. Mordeu os lábios, fechando os olhos por um tempo. Imaginava-se numa cama com ele, fazendo todas as sacanagens que conseguisse. - Eu posso ser o que você quiser. Seu escravo, amante, carrasco ou salvador. Basta você pedir.Ele apertou a mão do sonserino e apresentou-se. Sou Matteo Giordano. Confirmando as suspeitas do alemão, ele tinha vindo da Itália mesmo. Para surpresa de Viktor, o italiano aproximou-se, colando seu corpo ao de Viktor e mordendo sua orelha descaradamente, enquanto acariciava seu abdômen. Romanov fechou os olhos, enquanto deu um arranhão forte nas costas dele. Porém, outra vez ele afastou-se. "Você é o demônio! Você esta aqui para me tentar, eu sei, mas por meu senhor, eu vou resistir." Viktor sorriu, se o garoto pensava que com aquilo iria deixá-lo inibido estava muito envergonhado. Aquilo só aumentava a libido e sordidez do insaciável Romanov. - Te levo ao céu e também ao inferno. Basta você vir pro papai aqui. Vem.Mas o garoto afastou-se, ajoelhando e abrindo o estranho livro negro. Segurava uma cordinha cheias de bolinhas e murmurava baixinho. Viktor bufou de raiva. Que diabos ele estava fazendo? Alguma magia para tentar bloquear o tesão que sentia? Ou alguma que ferisse Romanov? Jogou a cabeça para cima, mirando o teto. Hoje não é o meu dia, só pode. Pensou irritado. Levantou-se, destinado a sair do local quando um par de mãos empurrou-o fortemente contra o sofá. Viktor caíra todo largado, o sorriso sacana tomou conta de sua face na mesma hora. Ele havia sucumbido ao prazer que Romanov lhe oferecia. Praticamente rasgou a camisa dom sonserino, aplicando mordidas maravilhosas no abdômen. Tinha uma ânsia e desejo tão grandes que efz Viktor duvidar se ele não era virgem. Contudo, quando tudo começava a ficar delicioso, ele parou, levantou-se, se recompondo. Parecia que ia embora. - Foi um realmente um grande prazer conhecê-lo, senhor Romanov. É óbvio que Viktor não ia deixar que ele fosse embora assim. Levantou-se num pulo, ao mesmo tempo em que pegava a varinha e lançava um feitiço para que a porta ficasse trancada. Sem dizer nada, com uma face que parecia a de um maníaco sexual, Viktor segurou-o com força. Jogou-o com força para tráz, com mais um movimento de varinha, conjurou uma cama, onde Matteo caiu. Dois últimos movimentos de varinha. Grossas e pesadas algemas surgiram, prendendo o italiano na cama. E com as algemas um chicote. Romanov estava em êxtase, foi para a cama, roçando seu corpo ao do outro, aplicando-lhe mordidas sensuais e prazerosas. Foi tirando peça por peça da roupa dele, deixando-o nu em pêlo. - Não é assim que funciona, você gostou do que sentiu. Tem que ir até o fim, anjinho do paraíso. - Pegou o chicote e bateu de leve nas coxas grossas e peludas do rapaz. - Você vai adorar, não se preocupe. - Não tinha intenção de machucá-lo, e sim de dar a ele prazer e mais prazer. A cada chicotada que dava, mordia o local sensualmente. Matteo tentava inutilmente se soltar. - Relaxe e aproveite. Não é com todos que eu faço isso.Falava num sussurro mortal, com a voz rouca, extravasando de tesão. Jogou o chicote fora já fora o bastante e não queria machucar o rapaz, a menos que ele quizesse. Ficou na ponta da cama, massageando os pés do italiano. Passou a mordê-los. Viktor achava toda parte do corpo do ser humano prazerosa. Chupava os dedos, mordiscava, lambia. Deu uma olhada inocente para o membro do italiano, que denunciava seu estado de tesão. Mas ainda não era a hora de acolhê-lo sem sua boca gulosa, não... Ainda não... [off] O post tá meio ruim, sorry, flor. E houve uma confusão com o Juh [Igor], pelo visto. .__. Depois converso com ele. [/off]
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| Matteo Giordano |
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Após sua última frase, Matteo fez menção em ir embora, pois s situação já havia saido de seu controle mais do que ele desejava, depois de tudo aquilo desejava no fundo de sua alma se penitenciar, tinha instrumentos dos quais causavam a maior dor jamais imaginável em um ser humano.
Mas ele mal pode deixar o local, pois Viktor foi mais rápido que ele. Primeiro foi um feitiço, Matteo, olhou assustado ouvindo as trancas da porta que faziam um grande barrulho trancando-se. Ele começou a olhar Viktor, e quando deu-se por si, estava sendo empurrado, ele perdeu o equilibrio, pensando que cairia no chão, mas foi aparado por uma cama que ele não viu da onde surgiu, parecia ter sido obra de Viktor. O primeiro impulsso dele foi tentar levantar, mas já era tarde demais, pois uma algema grossa surgiu em suas mãos, ele tentou de todas as forms puxar, até mesmo pensou em pegar sua varinha, mas como?!
Ele ficou extremamente ouriçado e nervoso, pela primeira vez ele tinha medo da cena, nõ sabia o que estava acontecendo, só sabia que não era nada bom. Viktor parecia ter um grande prazer naquilo, mas Matteo por seu lado, estava odiando aquilo. ( Lê-se amando)
- Romanov você vai pagar caro por isso, seu... seu depravado, me solta, seu alemão. Esta pensando o que, Deus vai me salvar e tirar daqui, e então você vai queimar no inferno!
Ele praguejava tentando puxar as algemas, e debatendo-se na cama, Romanov então rescostou-se sobre Matteo e passou a tirar suas roupas deixando-o completamente nu. Ele não sabia se sentia vergonha, ou se tentava fazer mais alguma coisa já que tudo parecia ser inútil. Quando ele revelou seu corpo inteiramente nu, não pode esconder seu membro ereto. Nem ele mesmo sabia direito o que signficava aquilo, mas o olhar de Vktor parecia saber muito bem o que aquilo significava. Pois o que ele dizia a seguir fazia muito sentido.
- Não é assim que funciona, você gostou do que sentiu. Tem que ir até o fim, anjinho do paraíso.
Então foi quando ele sentiu a primeira "dor". Um chicote tocou suas coxas. Era uma dor conhecida pra ele pos, no seminário, ele sempre fazia isso, mas nunca feito por outa pessoa. E a cada chicotada, ele lhe dava uma mordida sensual, mas mesmo que estivesse adorando a situação, ele fraquejava por um segundo em seus murmurrios xingando Viktor.
- Você vai adorar, não se preocupe. Relaxe e aproveite. Não é com todos que eu faço isso.
A cada palavra ele sentia mais raiva de Viktor. (Lê-se tesão) Já estava cansado de tentar fugir, aquela situação era realmente revoltante, pois ele não tinha a menor idéia do que aconteceria a seguir, visto que ele vivieu sua vida inteira em seminário e igreja, nunca havia feito nada daquilo, além de ser tudo uma sensação nova e prazerosa, não queria dar o gosto a Viktor que dizer que estava gostando. Mesmo que aquela fosse uma de suas fantasias mais profundas, um estranho que lhe agarra do nada e lhe submete aos mais luxuriosos prazeres. E como dizem, quando não se a mais o que fazer, Relaxa e goza!
E foi o que ele fez mesmo sem perceber o que acontecia, um jato branco começou a sair de seu membro, ele olhou enojado vendo que havia lambusado seu corpo inteiro, e ele não podia fazer nada.
- Pelo amor de Deus. O que você quer comigo? Me usar, me abusar? Você pode usar meu corpo mais nunca atingirá minha alma.
Ele dizia o que de fato era mentira, pois sua alma já havia sido atingida por aqueles olhos e aquela voz pecamisos que Viktor tinha, bem, e como era inútil tentar sair dali, é como dizem: tá no inferno abraça o capeta. Seu olhar então teve uma mudança brusca transformando-se em um olhar de desejo de necessidade. Ele comeu Viktor com os olhos, e lhe disse sem menor receio, assumindo pela primeira vez que estava gostando.
- Vem então! Para com esse joguinho e me mostra o seu pecado!
Ele fez com seu dedo pra que Viktor se aproximasse e quando o garoto o fez, ele cruzou as pernas o prendendo por perto e começou a beijá-lo, com toda a intenssidade e perversidade que conhecia esfregando seu corpo no corpo de Viktor pra deixá-lo mas ouriçado do que ele mesmo já estava.
Ele mordia toda a extenssão do rosto e pescoço de Viktor, pois era a única área que conseguia atingir, entre chupões mordidas e lambidas, ele sentia mais uma vez um jato de seu membro, e parecia que aquilo estava só começando.
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| Viktor Romanov |
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Então, crianças. n_n Post NC-17, ou falando no popular, nesse jogo ai de baixo tem putaria e muita. Cenas de sexo entre dois adolescentes. O tio Luiz não recomenda que você leia isso, mas caso tua curiosidade seja muita, faça boim proveito. ;D
Mas eu avisei, lembre-se.
Há muito que o promíscuo sonserino não sentia-se tão excitado. Somente em ver aquela cena, aquele jovem, tão belo totalmente algemado e sem poder "defender-se" de seus ataques, deixava Viktor assaz ouriçado. Matteo tentava, em vão, tentar soltar-se das grossas algemas. Porém por mais que tentasse fingir, seu membro ereto denunciava todo seu estado de êxtase. Ereto, apontando para cima, a chapeleta lustrosa, as veias salientes. Um membro num tamanho perfeito. Nada de assombroso, que Romanov detestava, e sim no ponto. As mordidas nas coxas de Matteo tornavam-se cada vez mais safadas. O garoto dizia-lhe coisas, que Viktor nem se dava ao trabalho de ouvir. Logo sentiu o primeiro jorro do néctar do sonserino ser expelido. Era expesso, ambudante e branco. O sonserino ficou maravilhado, com sua língua espalhara tudo pelo abdômen do outro, enquanto olhava safadamente a expressão que ele fazia ao obter o orgasmo.
- Que maravilha, o anjinho está demonstrando que gosta das ações do anjo decáido que lhe atiça a carne. Dizes que não conseguirei atingir-lhe a alma? Sinto te dizer mas já a atingi faz tempo, desde que lancei nessa tua ex-alma pura, a semente do desejo e luxúria. E com o gozo que acaba de ter, está mais que provado que gostou e muito do que te fiz.[i]
Enquanto falava, Romanov acariciava sonsamente a parte interna da coxa de Matteo, que já começava a ter outra ereção. Os dedos espertos de Viktor brincavam com o corpo do rapaz, deixando-o totalmente ouriçado. Não demorou muito para que ele tivesse outro gozo. Viktor deliciava-se, nem havia começado ainda com todoa a brincadeira que tinha em mente. Então viu que Matteo finalmente cedera ao plano de Viktor, chamando-o descaradamente com o indicador para si. [i]"Vem então! Para com esse joguinho e me mostra o seu pecado!" Romanov prontamente foi ao seu encontro, mirava o olhar sacana que lhe era lançado se sentia-se desejado, um puto. Como adorava aquilo. Chegando perto de Matteo, sentiu as pernas grossas do rapaz lhe apertarem. O garoto havia realmente se libertado, deixando para lado sua atitudes de santo, mordia todo o pescoço de Viktor, ou ao menos o que conseguia alcançar. Romanov gemia, gostando muito daquilo tudo.
- Com mais força, seu puto. Pega de jeito!
E as mordidas aumentaram de ritmo e força, agoira com umas lambidas igualmente prazerosas. Pouco tempo depois, Viktor colou seus lábios ao dele, culminando num beijo quente, luxurioso, excitante. As línguas enroscando-se, as salivas se misturando, todo aquele calor dos corpos quentes e cedentos de prazer. Uma das mãos de Romanov brincava com o mamilo direito de Matteo, que estava duro, tamanho seu tesão. Aos poucos foi descendo os beijos. Pescoço, peitoral, mamilos, abdomên, umbigos. Até que chegou onde queria. Para fazê-lo sofrer, não tomou de vez o membro dele para si, antes mordiscou-lhe a virilha, fazendo o outro retocer-se na cama, gemendo alto. Não querendo mais prolongar o sofrimento do italiano, Viktor abocanhou com toda a gana que podia o membro dele. Engoliu tudo, indo até o talo, sentindo os pêlos dele roçarem em sua boca. Foi aqui que Matteo não se conteve, já não gemia e sim berrava de prazer. Xingando Viktor de nomes chulos e baixos, os quais o sonserino adorava. Passou a ir com mais calma, dedicava-se exclusivamente à chapeleta daquele orgão maravilhoso. Sua língua safada divertia-se na pequena fenda, ou lambedo-a como se fosse um pirulito. Percebendo que o rapaz poderia gozar de novo, Viktor parou, subindo vagarosamente até o pé do ouvido dele, onde ronronrou levemente.
- Tente se controlar, segure o gozo, aproveite mais e goze abundantemente depois, seu vadio. Eu posso te dar muito mais prazer ainda.
Soltou uma das mãos dele e depois ficou em pé na cama, começando a tirar a roupa, como num strip, jogava cada peça que tirava sobre o rosto de Matteo, que as cheirava, lambia, mordia. Romanov tinha certeza agora. Havia um vadio dentro daquele garoto que infelizmente fora criado num meio de pessoas que pareciam achar que sexo era pecado. Graças a Merlim, Viktor o conhecera e agora lhe ensinaria os prazeres da carne. Só faltava a cueca agora, tirou-a, esfregando no rosto do italiano. Ficou de joelhos, por cima de Matteo e enfio sem a mínima delicadeza seu membro na boca dele. Ia fundo, passando o membro grosso e grande pela boca dele, sentindo a chapeleta roça no céu da boca de Matteo, lhe causando mais prazer. Pegou a mão que estava livre e guio-a até seu traseiro, onde o italiano passou a lhe dar fprtes tapas, fazendo Romanov gemer insanamente. Logo o jovem forçava entrada com um dedo no interior de Romanov, que gemia alto, metendo seu membro na boca do outro. Aquilo estava maravilhoso...
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| Matteo Giordano |
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[Mesmo esquema acima, quer ler, seleciona.]
Ao ouvir as provocações do Romanov, Matteo sentia-se mais enfurecido e ao mesmo tempo perdido, mas não deixaria transparecer nada do que sentia, em seus olhos havia apenas uma chama, que passava por seu corpo inteiro, acendendo mais ainda seu tesão. Ele não sabia o que estava se passado ali, não tinha a mínima noção do que viria a seguir, sentia as mordidas de Viktor em sua virilia, sentia muito prazer com aquilo, mesmo sem saber o que aquilo significaria, ele jamais havia tido tal experiência.
Viktor o pegou muito desprevinido, quando engoliu com vontade seu membro, ele fez uma expressão de espanto e não conseguiu segurar os gritos e gemidos, gritava tão alto, como nunca em sua vida, seu pêlos por todo o corpo se arrepiaram, assim como sua pele, seus sentidos ficaram mais aguçados, sentindo apenas aquele prazer, mesmo que ekle ao menos soubesse do que se tratava, tratou aquele ato com um ensinamento, assim que fosse solto, faria o mesmo por Viktor, em "agradecimento", fim de dar a Viktor, o mesmo prazer que ele estava sentindo.
Antes que seu membro liberasse novamente aquele jato branco, Viktor parou de sugar, e subiu percorrendo todo seu corpo. Ele falava em seu ouvido deixando Matteo cada vez mais excitado, será mesmo que era possivel? Viktor então teve seu primeiro ato de "bondade", soltando uma das mãos de Matteo, o garoto sentia seus braços doendo por estar tanto tempo naquela posição sentia-se como Cristo crucificado, mas algo lhe surpreendeu mais ainda, que foi quando Viktor fez-lhe um strip.
Matteo agia como um animal, mordendo e cheirando as peças do companheiro. Pela primeira vez ele deixou ser dominado inteiramente por seu lado animal, esquecendo-se de todo o resto, de sua vida, de seus principios e religião, deixando-se ser dominado por seu tesão e por Romanov.
Completamente nu, o garoto aproximou-se dele, provocando-o com seu membro erto em sua boca, ele em vão tentava "égá-lo" com sua boca, dando algumas lambidas gulosas sobre a ponta do membro do rapaz, ele lançava a Viktor um olhar de impaciência, pois ele desejava aquele membro em sua boca, naquele momento, inteiro, pra proporcionar-lhe a mesma sensação que ele havia sentido. Mas Viktor revelava-se mais mazoquista do que o esperado, usando a mão de Matteo pra seu próprio beneficio.
Matteo investia tapas fortes, e com gosto na bunda de Viktor, como a tal punição, por não poder sugar aquele membro, até que ele finalmente conseguiu "pegá-lo". Lançou um olhar vitorioso pra Viktor, e começou a sugar com gosto e com vontade. Inteiro, com uma gula e luxuria, ele mexia sua língua descontroladamente em circulos. Enquanto soprava divertido os pêlos de Viktor, que roçavam em sua barba mal feita.
Por sua vez sua mão, percorria pela bunda de Viktor, chegando ao seu anus, onde ele colocou seu dedo, não entendia bem aquilo mas Viktor parecia gostar. Então ele continuou cada vez mais frenéticamente e forte, até Viktor gozar, ele apenas engoliu tudo, tinha um gosto diferente e adocicado, mas diferente de tudo que ele já havia provado.
Aproveitando que Viktor estava em extremo exctase, ele deu então um bote, jogando todo seu corpo e força sobre Viktor, derrubando-o na cama, e ficou sobre ele. Prendendo-o com seu corpo.
- Quer dizer então que este é só o começo?! Seu pecador maldito! Vamos então me mostra tudo que eu quero mais!
Ele começava a lamber e mordiscar toda a extremidade do corpo do garoto que conseguia alcançar. Cada segundo com mais força e mais gosto, chegando as coxas de Viktor, onde ele mordeu por toda virilia, lambeu seu membro gulosamente. Voltou próximo a Viktor onde o beijo com paixão e desejo.
- E agora meu escravo?
Ele perguntava curioso pelo que viria a seguir, não sabia o que seria, mas estava pronto pra saber, já que estavam naquele estado mesmo, não custaria nada ir mais além, e era o que ele esperava ansiosamente.
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| Viktor Romanov |
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Romanov esbaldava-se com a situação. Muitos que vissem Matteo antes de tudo aquilo, dificilmente dariam algum valor para ele em termos de sexo. Porém Viktor via agora o que teria perdido se não fosse ousado o suficiente para dar em cima dele na cara dura. momentos que ficariam guardados na memória dele, a forma animal com que ele mordia as peças do sonserino, liberando o tesão que havia dentro dele. Os tapas fortes nas nádegas redondas de Romanov, além do que nas frases sacanas com um "quê" religioso no meio. O alemão divertiu-se e muito com o sofrimento e ansiedade de Matteo, querendo ter o membro de Viktor em sua boca. Até que conseguiu chupá-lo, proporcionando ao sonserino gritos e urros de prazer. Para um iniciante ele chupa perfeitamente bem. A língua fazia movimentos circulatórios pelo pênis de Viktor, enquanto a boca cobria-o com todo gosto. Sentindo o dedo do outro em seu ânus, que passou a piscar rapidamente, o alemão gozou. Segurou os cabelos do outro, puxando-o para si, fazendo com que ele engolisse todo seu esperma, ele não fez recusa, obedientemente sorveu tudo.
O rapaz - muito menos Viktor - não estava saciado, empurrou Romanov com força, ficando - um pouco desconfortavel, por causa da outra algema - por cima dele. Começou as mordidas, mais prazerosas do que as primeiras, cehgou à parte interna da coxa, um dos pontos fracos do alemão, que passou a arranhar sacanamente as costas dele, enquanto era mordido e lambido. Logo seu membro já estava ereto outra vez. Maliciosamente apontado para cima, as veias saliente, a chapeleta vermelha. Beijaram-se mais uma vez, momento em que seus membros roçaram um no outro, fazendo Viktor morder com gana os lábios de Matteo, lançando sua língua bem fundo na boca do outro. Resolveu soltá-lo, para partir para outras 'brincadeira'. Matteo chamou-o de escravo, fazendo Viktor rir marotamente.
- E agora? Você será minha putinha.
Virou-o selvagemente, empurrando a cabeça dele para baixo, enquanto seu traseiro ficava para cima. Segurando as nádegas dele, Romanov abriu-as e iniciou um cunete nele, sua lingua safada fazia movimentos ondulatórios e dava lambidas no orifíco pequenino e rosado de Giordano. O membro de Viktor ficou ainda mais duro ao pensar que ele iria deflorar aquele ânus virgem. Deu alguns tapas fortes no italiano, deu seu dedo médio para que ele chupasse, deixando-o bem molhado. Sem a mínima piedade, enfiou-o com tudo no traseiro de Matteo, que soltou um espasmo de de dor. Viktor pediu para que ele se acalmasse, que a dor logo passaria. Dava beijos e mordidas na costas, para relaxá-lo, enquanto "massageava-o" com seu dedo. Quando o garoto começava a relaxar Viktor metia mais um dedo e foi assim que ficou com os três dedos dentro dele. Quando Matteo não parecia mais sentir dor, Romanov preparou-se para penetrá-lo. Puxou-o bruscamente pelos cabelos, deixando-o de quatro, sussurrando em seu ouvido.
- Vai me sentir todo dentro de você, vadio.
Segurou-o pela cintura, enquanto direcionava seu membro para o traseiro do italiano, ouriçado, meteu sem dó em Matteo, que soltou outros urros. Acabara de ser desvirginado. Viktor mandava ele ficar calmo e aproveitar, que seria melhor para todo mundo. Tirava e metia de vez, sem pausas ou delicadeza, pouco a pouco o ânus dele acolhia o membro de Viktor de bom grado. Quando sentiu o anel dele piscar sobre seu membro teso, Romanov viu que agora começava tudo. Segurando-o firmemente, passou a bombar Matteo, que já não berrava de dor e sim de prazer. Recorrendo a termos chulos e vulgares, que ele tanto adoarava no sexo, Romanov excitava-o. Xingamentos, putarias e palavreado baixo tomaram conta da sala. Sem tirar seu pênis de dentro dele, Romanov deitou-se na cama, e Matteo ficou de cócoras por cima dele. "Cavalga no meu pau, puto." O italiano subia e descia numa sofreguidão sem tamanho, com uma das mãos, Viktor masturbava-o. Chegaram ao gozo juntos, com Matteo derramando seu esperma pelo peito do alemão, enquanto esse inundava seu interior com esperma.
O tesão era tamanho que nem assim perderam a ereção. Astuto e fogoso, Romanov saiu de dentro dele, erguendo as pernas e puxando-o para si. Devido àquela posição, sentia o membro dele roçando em seu ânus, que piscava insanamente, desejando ser "preenchido". Mordia o pescoço dele fortemente, sentindo a língua dele por sua nuca. Olhando-o duma forma assaz sacana, mordeu o lábio inferior. Falando num sussurro rouco. "Faz de mim tua puta, faz.". Suas mãos estavam coladas as costas do rapaz, puxando-o mais e mais para si. Queria Matteo todo dentro dele.
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| Matteo Giordano |
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Apesar de estar totalmente perdido Matteo deixava-se levar por Viktor, o alemão estava o conduzindo pelo aperendizado do prazer. Tudo que eles haviam feito até agora, havia tocado rpofundamente em Matteo, mas pelos toques de Viktor, e pelo seu olhar, aquilo não era ainda nem o começo, ainda tinha muito caminho a percorrer pela estrada do prazer. E sem dúvida Viktor estav disposto a guia-lo.
Ele foi seguindo Viktor, sendo colocado de brussos, ele estava nervoso, não sabia o que viria a seguir, aquilo tudo era novo demais pra ele, jamais havia passado por tal expência, sim, ele era virgem, tudo porque havia fechado seu corpo pra todo e qualquer pecado, fazendo com que sua vida fosse uma inteira mentira.
Enquanto Viktor parecia se divertir com suas costas ele rezava baixinho, uma oração que havia aprendido muito pequeno, apenas pra tentar se acalmar. Era chamada de Salve Rainha.
"- Salve rainha, mãe de misericórdia, vida, doçu, esperança nossa, salve! A vós brandamos, os desgredados filhos de Eva. A vós suspiramos, gemendo e chorando neste vale de lágrimas. Eia, pois, advogad nossa, esses vossos olhos misericordiosos a nós volvei, e depois deste desterro, mostrai-nos Jesus bendito fruto do vosso ventre, ó clemente, ó piedosa, ó doce sempre Virgem Maria. - Rogai por nós, santa mãe de Deus. - Para que sejamos dignos das promessas de Cristo."
Ao fim de sua oração, o ato inicial já havia acontecido, Viktor já estava dentro dele, e seus medos haviam se ido todos, em meio a gritos de tesão, ele chegava a estar com a garganta doendo de tão alto que ele estava gritando. A dor já ia passando, a dor da sua primeira vez. Restava apenas aquela sensação de sentir completo, ou até mesmo de sentir-se conectado a Viktor, como um só corpo e um só coração.
Sem saber por que, Matteo ia pra frente e pra trás, fazendo um movimento de vai e vem, o que fazia com que Viktor sentisse prazer, e ele também. Enquanto isso as mãos de Viktor percorrim por seu membro fazendo com que ele sentisse um prazer multiplo. Enquanto seus pensamentos se entregavam de vez a tudo que estava acontecendo, ele sentia-se pela primeira vez como homem de verdade.
Chegando então ao gozo, foi como se algo que estivesse rpeso a tanto tempo se libertasse, ele caiu exausto na cama, mas logo foi pego por Viktor, o que demosntrava que ainda tinha mais. Não precisou pensar muito pra deduzir que teria que fazer o mesmo com Viktor, e foi o que ele fez, sendo conduzido por seu mestre é claro.
Ele pedia então pra ser sua puta, e era obvio que um desejo destes era uma ordem, ele não fez por menos, pos-se atrás de Romanov, mordeu seu pescoço subindo até sua orelha e dizia ofegante.
- Prepare-se porque eu vou entrar tão dentro de você como nenhum outro já fez!
Ele então passou as mãos por seus cabelos, mirou bem as costas do rapaz, e fez o que tinha que fazer sem nenhum sentimento de culpa. Abraçou as costas de Viktor, puxando ele pra perto e meteu com tudo, com vontade, força e desejo. Ele sentia percorrer por seu corpo uma sensação exctasiante, enquanto pssava as mãos pelo membro de Viktor tentando excita-lo, assim como ele tinha feito com ele, às vezes soltando pra dar uma palmadas em Viktor.
Ele dava investidas cada vez mais fortes, cumprindo o que havia prometido a Viktor, o garoto a sua frente parecia estar gostando pois ouviasse apenas urros de prazer, sendo retribuidos por Matteo. Quando já estava no estupim, ele simplesmente gozou, um pouco depois Viktor fez o mesmo. Enquanto Matteo gozava dentro de Viktor. Viktor gozava pelas mãos e braços de Matteo, que parecia estar adorando tudo aquilo.
Ele continuou dando algumas investidas até que seu corpo não aguentasse mais e se rendesse ao cansaço, então ele " saiu" de Viktor, e caiu na cama, já exusto, levantou-se apenas para dar um ebijo leve na testa de Viktor, e fazer um sinal da cruz em frente a ele.
- Que Deus te abençou.
Ele deu um último suspiro até cair de novo nas almofadas, completamente exausto e saciado. Aquela havia sido sua primeira vez, sem dúvida a mais especial, pois era com seu eterno amante, Vikor Romanov.
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