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Este grifinório, que já aprontou e muito no castelo é dono de um grande humor, James não costuma perder a oportunidade de sorrir. Acha graça em tudo e em todos, chegando a ser inconveniente às vezes. Boêmio, amante das festas, das boas bebidas e das curvas sinuosas do feminino, o jovem sabe, como diriam os rapazes, aproveitar sua juventude. Festa é sinônimo de James Potter. Justiça, coragem, atitude, sinceridade, bondade, determinação são qualidades facilmente encontradas em Potter. Seu maior defeito talvez, é o fato de se achar o maioral, o bonzão, considera-se o centro de tudo. Mas com a maior idade, mudou muito sua forma de pensar, é muito mais maduro do que há um ano.



Junto ao mencionado acima, Sirius Black é campeão em quebrar as regras do castelo. Extremamente maroto, Black é fiel tal um cão - coincidência? ;D - brincalhão, às vezes meio alienado. Gosta de ser sempre o palhaço da turma, popular e extrovertido. Além de muito paranóico, mas só às vezes. Não se agüenta por um rabo de saia, ao ver um, logo já está em polvorosa. Com um charme quase que irresistível, Sirius também acaba levando a grande maioria dos "rabos de saiai" ao delirio apenas com seu típico sorriso maroto, fato que, às vezes, acaba deixando o ego deste grifinório nas alturas.



Ao contrário de James e Sirius, Remus não é o estilo "corre atrás de todo rabo de saia" o que acaba prejudicando um pouco sua imagem. É um garoto timido tanto pra amizade e principalmente para garotas, é bem quieto também e mesmo quebrando algumas regras junto com os amigos está sempre perto para tira-los das frias com seu cargo de monitor. Digamos que bem diferente dos dois amigos, Remus faz o estilo romantico com direito a serenatas, poemas e cartas anônimas isso também mostra seu medo de ser rejeitado. É um garoto muito brincalhão e sociavel, gosta de se dar bem com todo mundo mas tem seus inimigos. Quando se trata de paixões, bem só seus amigos sabem o que se passa pela cabeça do lobo.



Peter é, provavelmente, o mais peculiar dentre os quatro. Diferente dos seus amigos, ele não é popular, não é um aluno exemplar e nem de longe leva jeito com garotas. Não é difícil achar algumas pessoas perguntando o que, então, é que ele está fazendo dentro dos Marotos ou qual sua importância para o grupo, mas ele pode ser muito útil para "pequenos" trabalhos ou atividades onde é necessário ser discreto e silencioso... como um rato. Mesmo não sendo tão extrovertido ou confiante, não perde a oportunidade de acompanhar as brincadeiras e armações dos seus amigos. É atrapalhado e um pouco fechado, mas tende a ser divertido depois que se solta.
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Histories counted for you…
Christopher P. Bristow
Posted: Feb 18 2007, 07:57 PM


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POST COM CONTEÚDO NC-17
A leitura do mesmo, fica por conta do player. wink.gif


- Claro que não. Não temos nada, temos? Contanto que você continue cumprindo sua função que é me dar prazer, tudo certo.

Ao ouvir tais palavras, Christopher não podia deixar de ter se sentido um pouco ofendido. Afinal, era somente pra isso que o grifinório servia? Para satisfazer os prazeres carnais do corvinalense e pois ser posto de lado? De qualquer maneira, não poderia jamais abrir a boca para reclamar, a não ser aceitar e engolir à seco, pois cansou de fazer o mesmo quando não tinha nenhuma garota que despertasse o pouco seleto interesse do loiro.

Enfim, resolvendo literalmente cagar e andar com o comentário desnecessário de Avicus, Christopher o puxa com brutalidade, literalmente xingando-o com uma voz demasiado grave e firme que somente Chris possuia, passando a caminhar a passadas largas e apressadas em direção à Orla da Floresta. Lá, à hora em que estava, poderiam ter a plena certeza de que estariam sozinhos, uma vez que sempre nos banquetes de entrada de ano, depois a Cerimônia de Seleção, Dumbledore fazia questão de sempre ressaltar a proibição de seus alunos a caminharem por lá. Claro que nem todos o obedeciam, assim como Christopher e Avicus.

Durante o percurso, ainda segurando fortemente o fino braço do moreno, o mesmo começa a praguejar estranhamente firme contra Chris. Até parece que ele não gostava de ser tratado assim, como uma boneca de pano. O garoto apenas olha em direção à Avicus, soltando-o e sorrindo malicioso, diminuindo o ritmo de sua caminhada.

- Mas é desse trasgo montanhês que você gosta. É desse jeito bruto que você gosta de ser tratado, jeito esse que só eu sei como. Se eu fosse você, não reclamava. Sabes muito bem que posso mandar tudo às favas e me divertir nos braços de outras(os) sem qualquer tipo de remorso. Se um ano de convivência comigo não bastou pra me conhecer... nada poderei fazer. - Os dois viviam soltando pequenas farpas um no outro, sempre um tentando deixar o outro chateado, mas tudo acabava na melhor das loucuras.

Chris virou o rosto em direção ao horizonte, não prestando muita atenção na gargalhada frouxa do garoto ao seu lado.
Tirando o barulho abafado das folhas secas a serem pisadas e o pio das corujas, aquele ermo local estava no maior dos silêncios sepulcrais. Quem não gosta de um pouco de quietude, se sentiria profundamente incomodado.

Enfim, não demorou muito a caminhada de ambos, até finalmente avistarem uma grande pedra. Objeto este, que Avicus tratou de apressar os passos, sentar-se na mesma e retirar os sapatos. Christopher vinha logo atrás, sem muita pressa, andando de maneira gaiata, meio largado... sempre mostrando em sua maneira, o ser livre e jeito desprendido de ser.
Ao postar-se de frente para o garoto, o mesmo prontamente apóia os pés já devidamente descalços em seu peitoral, fazendo daquela parte do corpo de Chris, uma pista de dança.
Avicus ofertava-lhe descaradamente o dedão do pé direito, e claro, como não poderia deixar de ser, Chris se deliciava em morde-lo, lambe-lo, chupa-lo... fazendo uma alusão do que faria logo em seguida. Passava a morder marotamente o calcanhar do garoto, partindo em direção ao interior daquelas grossas e fartas coxas que aquele anjo... andrógico que só ele, poderia ter.

- Como você é mole, Christopher, um meninote do segundo ano consegue ser mais homem e me dar mais prazer do que você.

Ao ouvir tais palavras, apenas de raiva, Chris mordeu a panturrilha direita de Avicus, com força, marcando e deixando marcas vermelhas dos dentes do grifinório. O mesmo apenas elevou o olhar de encontro aos olhos azuis de sua boneca, franziu o cenho e o largou novamente.

- Sério? Ta bom. – Falou num tom displicente, erguendo-se novamente, ajeitando seu próprio membro para não sair caminhando com o mesmo visívelmente elevado e virou-se de costas pronto para sair dali. Tal ato fora impedido por um abraço forte e querente de Avicus. Aquilo de certa forma fez o marmanjo de quase 1,90 de altura, sentir-se protegido... como o abraço recebido por alguém que muito se gosta e ser quer bem. Christopher suspirou e sorriu, voltando a virar-se em direção ao seu amante e o beijando com vontade... um beijo animal, selvagem, violento, sem nenhum pudor ou consciência de que talvez estivesse machucando seu parceiro. Mordiscava-lhe o lábio inferior, passava a ponta da curiosa língua pela extensão dos carnudos e rosados lábios de Avicus até partir em direção àquele pescoço meio fino, e literalmente se perder entre mordidas, roçadas de dente e chupões pouco discretos.

Recebia, em troca da atenção que dava, uma camisa laranja já esgarçada de tanto ser puxada, costas com linhas ardentes e vermelhas devido aos arranhões de Avicus, e incrivelmente fortes apertões em suas nádegas.
Como não deixaria por menos, Christopher segura forte as mãos do garoto e as pousa sem a menor cerimônia, em seu forte peitoral, insinuando que o mesmo abrisse ou arrancasse os botões de sua camisa. Não deu outra, vários botões saíram voando, possibilitando ao moreno corvinalense, a ampla visão de um tórax e abdômen bem provido de músculos e alguns pêlos... nada muito exagerado.

Avicus o maltratava com beijos quentes em seu tórax e arranhões em seu abdômen. Queria muito mais daquele brainiac do que somente beijinhos “inocentes”. Christopher simplesmente o segura pelos cabelos e os puxa, fazendo o moreno elevar o rosto e olhá-lo forçado. O grifinório deixa escapulir de seus lábios um sorriso maroto, enquanto que com a mão livre, livrava-se do apertado cinto, abria o botão de sua calça e abaixava lentamente o zíper. Podia ver com clareza o ar pedinte do ravino enquanto o observava a quase tornar público algo de seu corpo, tão particular.

Sua calça cai ao chão, revelando ao garoto à sua frente, a ausência de uma peça íntima. Seu membro rosado e grande estava ereto, nada discreto, gritava para ganhar um pouco de atenção. Atenção que somente Avicus sabia dar sem muito se esforçar.
Com uma das mãos, Christopher o força a se postar de joelhos, introduzindo sem nenhuma cerimônia, todo aquele pênis no interior daquela boca rosada.

Suas mãos estavam pousadas na cabeça do corvinalense. Este, por outro lado, a movimentava com destreza para trás e para frente, pagando-lhe uma deliciosa e torturante oral. Christopher se continha para não gritar, literalmente. Aquela sensação quente e dolorosamente prazerosa o tomava por completo. O loiro sentía-se mais excitado quando visualmente estimulado, portanto, tratou rápidamente a observar o que sua puta de luxo fazia. Avicus lambia todo seu pênis com gula, o engolia com vontade e o massacrava com passadas fortes da ponta de sua língua na fenda de seu pênis.

Antes que de fato, gozasse, Christopher se afasta bruscamente, tirando sem dó e nem piedade, seu pênis das mãos e boca faminta do moreno. Não intensionava ficar só no boquete, portanto, o eleva à força e com uma destreza que lhe é peculiar, arranca a calça do ravino, revelando ao grifinório, a animação crescente do parceiro. Ambos sorriem marotos e cúmplices, beijando-se ardentemente enquanto um masturbava o outro.
Como é sabido, o homem quando excitado, tem uma substância levemente esbranquiçada que sai de seu pênis, momentos antes da penetração. E como o loiro não é nenhum babaca, vira Avicus de costas para si e o faz apoiar-se com ambas as mãos na pedra. Afasta as nádegas de seu brinquedinho, esfrega seu pênis para lambuzá-lo e claro, lubrificá-lo. Sem muita piedade, sabendo que Avicus gosta daquilo, ele o introduz sem piedade, fazendo seu parceiro momentâneamente sentir uma pontada forte de dor, mesclando-se com um prazer imenso.
Avicus M. Dhrykorn
Posted: Feb 21 2007, 12:46 PM


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POST COM CONTEÚDO NC-17
Leia, somente se tiver maturidade suficiente para tal. cool.gif


A troca de ofensas era marca registrada na relação de corvinal e grifinório. Mesmo gostando-se muito, ambos não admitiam isso em palavras. Um observador atento, que avaliasse as atitudes e ações deles poderia deduzir que se amavam, apenas não transformavam isso em palavras, sabe-se lá Merlim porque. Entretanto, mesmo sendo tão frio e venenoso às vezes, Avicus sabia que era de Chris que ele gostava, que era somente o grifinório aque além do prazer, lhe dava algo mais. Um sentimento de estar completo, feliz. Talvez sua soberba fosse seu maior mal, afastando-o do sentimento mais belo que já tivera. Mas é fato que ele sentia-se excitado em enraivar Chris. Ele ficava mais homem, mais selvagem.

- Mas é desse trasgo montanhês que você gosta. É desse jeito bruto que você gosta de ser tratado, jeito esse que só eu sei como. Se eu fosse você, não reclamava. Sabes muito bem que posso mandar tudo às favas e me divertir nos braços de outras(os) sem qualquer tipo de remorso. Se um ano de convivência comigo não bastou pra me conhecer... nada poderei fazer.

Avicus usou todas suas forças para não agarrá-lo ali mesmo. Ele ficava tão sexy quando nervoso. Mas também ficara irritado com o comentário dele, de que poderia se divertir nos braços de outros. Era extremamente ciumento e nçao suportava ver ele se agarrando com outra pessoa. Meio revoltado, ele continuou sua caminhada, olhando de esgueira para o grifinório, que parecia meio aéreo. Pensando sabe-se lá o que. Será que ele me ama? Foi a pergunta que passou pela cabeça do corvinal. Espantou-se com isso. Desde quando ele ficava ligando para amor? Sempre adorara sua vida promícuas, baseada nas orgias sexuais. E agora pensava em amor? Balançou a cabeça querendo espantar aqueles pensamentos.

Esquecendo aquilo - ou ao menos tentando - Avicus tirou os sapatos, quase no mesmo instante em que seu grifinório chegava, com os hormônios a mil, o corvinal começou a provocá-lo com seus pés, passando-o pelos mamilos, pescoço, lábios, tórax. Chris fazia um maravilhoso trabalho, mordiscando, outrora lambendo, depois chupando e voltando tudo de novo. Adorava aquelas préliminares, Chris era safado, sabia como atiçá-lo. Porém o corvinal parecia ter algum espírito ruim, que fazia-o estragar os melhores momentos, logo estava disparando veneno para ele, chamando-o de mole. Sentiu então uma forte mordida em sua panturrilha, forte demais, a ponto de causar muita dor e não prazer. Viu o olhar de Chris de raiva e desprezo e para sua surpresa ele fez menção de ir embora.

- Sério? Ta bom.

Não podia deixar aquilo acontecer. Deu um pulo, indo ao encontro dele, esquecendo de toda sua soberba e arrogância. Abraçou-o com força. Pela primeira vez, um abraço puro, sem safadezas, apenas não queria que ele fosse embora, que o deixasse ali. E não somente por perder uma transa, mas porque sabia que sentiria-se muito mal caso Chris se fosse assim. Ele parou, virando-se devagar. Segurou a cabeça de Avicus com força, beijando-o selvagemente. Beijava tão másculo e violentamente, do jeito que o corvinal adorava, que passou a rasgar a camisa dele, desejoso pelo corpo de Chris. Rasgada aquela peça, passou a morder, lamber e chupar o peitoral dele, dedicando-se bem aos mamilos, até que foi puxado pelos cabelos levemente ondulados, Chris olhava-o duma forma sacana, que deixava Avicus ensandecido, logo o grifnório já tirava a calça, libertando aquele membro tão conhecido e venerado pelo corvinal, se prostou de joelhos rapidamente.

Teve sua boca invadida sem a mínima delicadeza pelo membro teso e grande de seu amante. Passou a afzer um maravilhoso oral, afzia muito tempo desde a última transa dos dois. E Avicus, como sempre, caprichava. Lambia da caneça, até a base daquele mastro espetacular. Parava na cabeça, lambendo a fenda safadamente, enquanto isso uma de suas mãos acariciava os testiculos dele. Os olhares de ambos se encontravam, um mais sacana que o outro. Passavam real cumplicidade somente pelo olhar. Talvez fosse ali que fizessem suas juras de amor estranhas e peculiares. Do nada Chris se afastou bruscamente, retirando seu pênis da boca gulosa do corvinal, chegou a fazer um resmungo, que foi calado pela expressão que se formava no rosto do grifinório. Sem nem perceber, o corvinal voi erguido de modo animal pelo outro, que arrancou sua calça também. Revelando a excitação do outro. Seu membro podia não ser tão grande como o de Chris, mas era de bom tamanho. Começaram a amsturbar um ao outro, enquanto se entregavam a um beijo promíscuo, quente, molhado.

Mas o que o corvinal realmente queria era ser preenchido por seu amante. E ele parecia saber disso, pois logo virou Avicus de costas, o andrógino apoiou as mãos na superfície fria e dura das pedras, enquanto empina seu traseiro farto e redondo, oferecendo-o a Chris. Por pouco tempo, ele brincou um pouco na entradinha de Dhrykorn. Mas logo mostrou a que veio, como de costume, meteu duma só vez, sem a mínima piedade em Avicus. Mesmo já acostumado, ainda sentia um pouco de dor com essa brutalidade. Mas era disso qeu gostava. Precisava daquela dor para livrar-se de todo seu pecado, era assim que tinha que fazer. E com o tempo, passara a tranformar a dor em prazer. Puxou a mão de Chris, fazendo com que o tórax dele enconstasse às suas costas. Sentia-se tão melhor agora, ao sentir o calor do corpo de seu homem. Naquele momento o corvinal viu que daria de tudo para ter Chris ao seu lado, somente seu e de mais ninguém.

Tendo a dor passado, Avicus passou a rebolar safadamente no membro de seu homem. Para deixá-lo louco, comprimia seu oríficio, como se seu corpo estivesse 'mordendo' o pênis do grifinório. Ambos urravam de prazer, cortando o ar frio da noite. A mão grande e máscula de Chris masturbava Avicus gostosamente. Ficaram assim por muito tempo. Um pouco depois Avicus ficou totalmente de quatro, tendo os cabelos selvagemente puxados pelo seu amante, enquanto levava fortes e deliciosos tapas nas nádegas. Ah, como adorava aquilo. Fizeram mais umas três posições, proferindo xingamentos e palavras de baixo escalão, excitando-se, até que, juntos, gozaram. O sêmen saía quente, grosso e abundante de ambas partes. Avicus caiu exausto por cima de Chris, aninhando-se, tal qual uma criança, soibre o peitoral de seu amante. Dava alguns beijinhos no peitoral dele, enquanto sentia sua cabeça afagada gostosamente por ele. Sentiu-se tão completo, tão feliz, tão humano. A alegria chegava a transbordar. Nem o seu orgasmo há poucos minutos lhe dera tanta felicidade assim. Erguendo um pouco a cabea, mirando Chris, tomou uma decisão ousada, que nunca pensara que ia tomar.

- Eu te amo Chris. Como nunca amei ninguém. Amor era algo que eu não conhecia, até o dia em que você entrou em minha vida. Sou seu, Chris. Seu anjo de porcelana. Te dou minha vida agora, sou teu! Só peço que não machuque esse sentimento tão nobre que descobrir sentir por ti. Tal a qual a porcelana, eu sou muito frágil. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas, lembre-se. - e antes que o grifinório dissesse algo, deu-lhe um beijo apaixonado, amoroso. - Só não quero que com isso, você pare com o sexo selvagem que adoro tanto. - falou de modo safado, mordendo os lábios dele. - Meu homem.


------------------
Oh *-*
*Todo bobo com o post.*
E tem a fala da raposa de 'O Pequeno Príncipe' *-*
Marida, vô logo avisando, se o Chris fizer Avicus sofrer eu mesmo mato ele. ò.ó
Christopher P. Bristow
Posted: Feb 22 2007, 08:28 PM


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POST COM CONTEÚDO NC-17
Já avisamos, e eu torno a dizer: a leitura fica por conta do player. wink.gif

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Tema Musical: Joi - Lick
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Era incrível que com toda aquela falta de demonstração afetiva e cusparadas constantes de farpas e comentários ácidos, aqueles dois se gostavam. Christopher sempre fez o tipo machão, que não se dobra e acha que demonstrar sentimentos como o de gostar de alguém, era um certo tipo de fraqueza. Mas venhamos e convenhamos, poderia não admitir, mas era doido por aquele corvinalense de estatura diminuta.

Gostava de meninas e meninos, mas Avicus era, é e pela forma como os acontecimentos chegam, sempre será o único capaz de mexer com seus sentimentos e dobrar o batedor, fazendo-o comer na palma de sua mão. Ele era dono de uma inteligência inigualável, cômico, seco, sarcástico, frio, lindo... delicado. Fazia o "trasgo montanhês" querer proteger aquele ser andrógeno com as armas que tinha em mãos. Nunca... jamais e em tempo algum admitiu, mas seria capaz de abdicar de muita coisa, inclusive do próprio Avicus se fosse preciso.

Enfim, da maneira como estocava fortemente seu membro teso dentro da cavidade anal do moreno, não era preciso movimentar a mão num ritmo constante para que fosse possível masturbar o corvinalense, haja visto que da forma animalesca com que Chris o "degustava", Avicus era constantemente empurrado para frente e segurado de volta devido à força brutal do grifinório.

Aquele Avicus rebolativo enlouquecia Christopher, fazendo-o progressivamente aumentar o tom e volume de seus gemidos misturados com falas incompreensíveis. Xingava aquela boneca de porcelana de nomes tão baixos que nem o próprio grifinório sabia possuí-los em seu vocabulário. Apertava e vez ou outra, cravava suas curtas unhas na cintura bem formada e carnuda do ravino, deixando marcas avermelhadas naquela pele demasiado branca. O moreno, por outro lado, parecia simplesmente cagar e andar pelas possíveis marcas masculinas aparentes em sua pele depois do sexo e dos fortes tapas.

Além de sempre fazer vir à tona um ser irracional e animal em Chris, Avicus tinha a sádica capacidade em torturá-lo da pior maneira possível. Apertar o ânus como se quisesse engolir o membro grande, roliço, pulsante e rosado de Christopher, era o que se pode chamar de covardia. Além de diminuir o tamanho, aumentava ainda mais o atrito, tornando quase insuportável segurar uma sensação doída e gostosa que teimava em percorrer o corpo forte e másculo do filho de Grifinória.

Antes de gozar, o rapaz lentamente diminui o ritmo das estocadas até finalmente parar, simplesmente para mudar de posição. Transaram de quatro, sentados... sentindo ainda mais as reboladas safadas do parceiro em cima de seu colo com as costas coladas em seu peitoral largo, e no fim, Christopher deitado ao chão com Avicus em cima, finalmente chegando a um orgasmo forte e arrebatador, fazendo com que o robusto garoto se sentisse mole e fraco.

Seu parceiro corvinalense deita ao seu lado, aninhando-se tímidamente em eu largo tórax. Parecia querer um pouco de proteção pela maneira como se encolhia todo só para agarrar uma parte maior daquele corpo grande. Christopher acariciava lenta e gentilmente aqueles fios castanhos já totalmente úmidos de suor, sem emitir qualquer som, sem proferir qualquer palavra. Era como se dissesse à Avicus de que tudo estava bem, mesmo sem saber se seu companheiro estava com algum tipo de dúvida a residir naquela mente fervilhante e inquieta.

- Eu te amo Chris. Como nunca amei ninguém. Amor era algo que eu não conhecia, até o dia em que você entrou em minha vida. Sou seu, Chris. Seu anjo de porcelana. Te dou minha vida agora, sou teu! Só peço que não machuque esse sentimento tão nobre que descobri sentir por ti. Tal a qual a porcelana, eu sou muito frágil. Tu te tornas eternamente responsável por aquilo que cativas, lembre-se.

Christopher simplesmente franze o cenho, mantendo em sua face um ar de quem havia acabado de levar um soco e não entendido o por que. Levou seu olhar para um Avicus de cabeça erguida em direção à ele, falando tão grave quanto ele próprio, o olhando tão sonhador que por uns instantes, o fez sentir ter o coração dilacerado. Não sabia se sorria ou se continuaria sério e pensativo... simplesmente havia recebido em uma forma bem concreta e direta, uma declaração de uma pessoa que seria a última em seu mundo a fazê-lo. Chris não sabia o que fazer. Antes que pudesse abrir a boca para falar algo que nem o mesmo sabia o que viria a ser, Avicus o cala, pousando suavemente o indicador da mão direita em seus lábios, forçando-o a não falar. Talvez, no fundo, tivesse medo da resposta do grifinório.

O mesmo sempre demonstrou um certo descaso, fazendo notável apenas um desejo carnal para com Avicus. Sentimento maior, era aparentemente inexistente, salvo a chuva de "elogios" que um dava ao outro. Christopher apenas não queria se sentir machucado, caso demonstrasse algo tão pessoal ao corvinal, uma vez que o mesmo sempre fôra muito sarcástico.
Durante tanto tempo de convicência e atos ilícitos às escondidas, ensinou ao loiro certo pontos em sua maioria, negativos, da personalidade do parceiro.

O batedor sorri de forma singela e despreocupada. Transmitia segurança, dizendo ao moreno que não haveria com que se preocupar, uma vez que seu sentimento era certamente correspondido... o loiro apenas nunca precisou dizer, exceto por agora.

- Huuummm... eu não entrei em sua vida, você é quem foi se intrometendo na minha sem pedir licença, a partir do momento que invadiste o vestiário masculino depois de um jogo, não é? - falou em um tom brincalhão apenas para descontrair o clima sério que o corvinalense deitado ao seu lado, impôs - Enfim, não me confunda com um sonserino mau caráter, pois sabes muito bem que não sou. - a essa altura, o garoto parecia saber muito bem do que estava a falar devido à exagerada seriedade em seu tom de voz. - Posso não demonstrar e aparentar ser insensível ou indiferente quanto à você, mas já que tocou no assunto... Eu gosto de você sim... e muito. Demais, para falar a verdade. Eu apenas não vejo tanta necessidade de pôr em palavras o que eu posso muito bem demonstrar. Esse mesmo sentimento que você diz sentir por mim, é recíproco. Eu sei da delicadeza de tal sentimento, portanto, pode ficar tranqüilo... não o machucarei. - e antes que pudesse prosseguir com suas palavras, Christopher é calado com um beijo lento e devotado. Retribuia com tanto carinho e respeito, que não parecia com o mesmo bruto de momentos antes.

- Só não quero que com isso, você pare com o sexo selvagem que adoro tanto.

Não se contendo, o batedor da grifinória gargalha com vontade, fazendo com que Avicus o acompanhasse.

- Você já gosta duma sacanagem violenta, não é bonequinha? - Sorri maroto, voltando à sua grosseria tão costumeira. - Antes de mais nada, sou fiel. Aliás, tentarei ser.

Ao final, o beija num selinho infantil, mostrando ao ravino, ser também possuidor de alguma fragilidade pouco notável. Com sua última frase dita, mostrava ao moreno estar se comprometendo de uma forma mais séria e pura, à ele.


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